O Rifugio 7° Alpini é a sacada de Belluno. Fica a 1.502 metros de altitude, numa depressão chamada Pis Pilon, exatamente sob a parede sul da Schiara – a montanha mais alta do Parque Nacional das Dolomitas de Belluno. Chega-se a pé em cerca de três horas a partir de Case Bortot, subindo o vale do rio Ardo. E ele carrega esse nome por um motivo preciso, que envolve os mortos de um regimento de tropas de montanha, setecentas e trinta e cinco viagens de mulas e um artigo que Dino Buzzati publicou no Corriere della Sera em setembro de 1951.
Este guia reúne os dois lados: as informações práticas necessárias para subir de verdade – ponto de partida, trilha, desnível, tempo, dificuldade, temporada – e a história que torna este refúgio diferente de todos os outros das Dolomitas.
A caminhada em resumo
De Case Bortot ao Rifugio 7° Alpini
| Partida | Case Bortot, Bolzano Bellunese (Belluno) – 694 m |
| Chegada | Rifugio 7° Alpini, Pis Pilon |
| Altitude do refúgio | 1.502 m |
| Desnível | cerca de 800–900 m de subida |
| Tempo de subida | 2h30 – 3h |
| Dificuldade | E – caminhada |
| Trilha | CAI 501, Val d’Ardo |
| Melhor época | de junho a setembro (refúgio aberto em 2026 de 30 de maio a 27 de setembro) |
Onde fica o Rifugio 7° Alpini
O refúgio está a 1.502 metros, na localidade de Pis Pilon, no município de Belluno, região do Vêneto, norte da Itália. Estamos no coração do Parque Nacional das Dolomitas de Belluno (Parco Nazionale Dolomiti Bellunesi), dentro do Sistema 3 das Dolomitas, Patrimônio Mundial da UNESCO, logo abaixo da parede sul do grupo da Schiara.
A posição explica muito do caráter do lugar. De Belluno, a Schiara é vista todos os dias: é a montanha de casa, a muralha que fecha o vale Valbelluna ao norte. O refúgio fica exatamente embaixo dela, numa bacia gramada protegida das avalanches de inverno – uma escolha que não foi nada casual, como veremos adiante.
O refúgio pertence à seção de Belluno do Clube Alpino Italiano (CAI). Na temporada 2026 é administrado por Chiara Dall’Armi e Fabrizio Gaspari.

Como chegar a partir de Case Bortot: a trilha CAI 501
A via normal – aquela seguida pela grande maioria dos caminhantes – parte de Case Bortot, um punhado de casas acima de Bolzano Bellunese, distrito de Belluno.
De carro até o início da trilha
De Belluno segue-se a direção Agordo e sobe-se até Bolzano Bellunese; dali uma estrada estreita leva a Case Bortot, onde há um estacionamento na entrada do Val d’Ardo. É o ponto de partida oficial do itinerário, a cerca de 694 metros, e também a chegada da última etapa da Alta Via 1.
O percurso
Toma-se a trilha CAI 501, que sobe o vale do Ardo por dentro da mata. Não é um caminho monótono: o rio é atravessado várias vezes e o fundo do vale é um catálogo de formas de erosão, pequenas cachoeiras e marmitas escavadas na rocha pela água. É uma das subidas mais “aquáticas” das Dolomitas de Belluno – o que a torna suportável mesmo nos dias quentes.
Depois de cerca de dois terços do percurso, a trilha abandona o fundo do vale e enfrenta o trecho que todos chamam de “il Calvario”, o Calvário: uma sequência de curvas íngremes e ininterruptas que levam para fora da mata. O nome é merecido – é aqui que se concentra boa parte do esforço do dia. Depois o terreno se abre, aparece a bacia do Pis Pilon e o refúgio se materializa com a parede da Schiara ao fundo.
A variante do Bus del Buson
Logo acima de Case Bortot sai o circuito do Bus del Buson, um cânion fóssil escavado pelo Ardo e depois abandonado pelo rio. Custa cerca de 45 minutos a mais e é, para quem tem tempo, a melhor maneira de começar: um dos cantos geologicamente mais curiosos do parque, que também pode ser percorrido como um passeio curto em si, sem subir ao refúgio.

Tempo, desnível e dificuldade
Do estacionamento de Case Bortot até o refúgio contam-se duas horas e meia a três horas. Sobre o desnível as fontes oficiais divergem um pouco: o parque nacional indica 800 metros, o próprio refúgio 900. A diferença se explica pelos constantes sobe e desce do fundo do vale, que somam metros além da simples diferença entre os 694 m da partida e os 1.502 m da chegada. Na prática: conte com cerca de 900 metros de subida real.
A dificuldade é E — caminhada na escala italiana. Nenhum trecho equipado, nenhuma exposição – mas preparo físico é necessário, porque a subida é longa e o Calvário final é severo. Botas com solado bem desenhado, água suficiente e atenção depois da chuva, quando as travessias do rio e as rochas lisas do fundo do vale ficam escorregadias.
Os outros acessos
Case Bortot não é a única opção, mas é de longe a mais simples. As alternativas são exigentes e pedem experiência:
- Pelo leste — trilha CAI 505, a partir de Faè (saída da rodovia A27, região de Longarone) atravessando a floresta de Cajada: cerca de 700 metros de desnível, 3 a 3h30, dificuldade EE.
- Pelo oeste — trilha CAI 502, a partir de La Stanga di Sedico pelo Val de Piero, um dos vales mais selvagens do parque: cerca de 1.400 metros de desnível, 5h30 a 6h, dificuldade EEA.
- Pelo norte — Alta Via 1, em descida a partir do bivaque do Marmol pela via ferrata Piero Rossi: cerca de 800 metros de descida, 3 horas, dificuldade EEA (cadeirinha, capacete e kit de via ferrata obrigatórios).
A Schiara e a Gusela del Vescovà
A paisagem
A Schiara e a Gusela del Vescovà
A Schiara alcança 2.565 metros e é o cume mais alto do Parque Nacional das Dolomitas de Belluno. É uma montanha severa, muito vertical no lado sul, e justamente por isso bem menos frequentada do que os grandes nomes turísticos das Dolomitas: quem sobe ao 7° Alpini encontra pela frente uma parede que, vista do refúgio, preenche o céu.
Na crista, destacada do resto da montanha, ergue-se a Gusela del Vescovà. É uma agulha de rocha de apenas uns quarenta metros, mas a pureza de suas linhas e o vazio ao redor fizeram dela o símbolo por excelência do alpinismo de Belluno. O nome vem do dialeto: gusèla é a agulha. Localmente é chamada também de Pónta de Priéta, a pedra de afiar foices.
As primeiras tentativas, em 1909, foram de oficiais dos alpini e fracassaram. O cume foi alcançado em 14 de setembro de 1913 pelo tenente Arturo Andreoletti com Francesco Jori: eles hastearam a bandeira italiana, e de Belluno a cidade assistia. Dino Buzzati, com o tempo, também quis subi-la.
É essa combinação — uma parede enorme, uma agulha reconhecível a quilômetros de distância e uma cidade que as olha todos os dias — que faz da Schiara e da Gusela a imagem que os bellunesi usam para dizer “casa”.

O Rifugio 7° Alpini e a Alta Via 1
A Alta Via 1 das Dolomitas é o mais clássico dos treks dolomíticos: 125 quilômetros em 12 etapas, do lago de Braies, no Tirol do Sul, até Belluno. As quatro últimas etapas acontecem dentro do Parque Nacional das Dolomitas de Belluno, a partir do Passo Duran, através dos maciços do Tamer, Castello di Moschesin, Pramper, Talvena e, por fim, Schiara.
O Rifugio 7° Alpini é o último refúgio da Alta Via 1: quem chega aqui vindo de cima tem atrás de si mais de uma semana de caminhada e à frente apenas a descida final do Val d’Ardo em direção a Case Bortot e Belluno. Por isso, para muitos caminhantes estrangeiros, este refúgio tem valor de linha de chegada.
Atenção, porém: chegar ao refúgio pelo norte, ao longo da Alta Via, não é caminhada simples. A penúltima etapa desce do bivaque do Marmol pela via ferrata Piero Rossi e é classificada como EEA. Quem quer apenas conhecer o refúgio deve subir a partir de Case Bortot.
O refúgio também é etapa do longo trek Munique–Veneza (em alemão Traumpfad München–Venedig), onde aparece entre a 22ª e a 23ª etapa, pouco antes da chegada à planície.
Por que se chama Rifugio 7° Alpini
O nome não é decorativo. O refúgio é dedicado aos mortos do 7º Regimento Alpini, o regimento historicamente ligado a esta província.
O 7º Regimento Alpini foi constituído em 1º de agosto de 1887. Ao longo de sua história reuniu batalhões que levam os nomes destes lugares – Feltre, Belluno, Pieve di Cadore, Cadore, Gemona – e passou pela Líbia, pela Primeira Guerra Mundial, pela frente greco-albanesa e por 1943. Foi dissolvido em 12 de setembro de 1943, após o armistício, e reconstituído em 1953. Hoje o 7º Regimento Alpini tem sede na própria Belluno, no quartel “Salsa D’Angelo”, dentro da Brigada Alpina “Julia”.
O vínculo entre regimento e território nunca foi abstrato: para gerações de famílias de Belluno, o 7º foi o regimento dos filhos, dos pais, dos irmãos. Dar a este refúgio sob a Schiara o nome daqueles mortos significava colocar um nome coletivo na montanha de casa.
Há também um lado bem concreto. Como contou Dino Buzzati em 1951, discutia-se havia trinta anos a construção de um refúgio na Schiara sem nunca conseguir. Foi a decisão de dedicá-lo aos mortos do 7º Alpini que destravou o financiamento e deu início à obra. Sem esse nome, muito provavelmente o refúgio não existiria.
A construção: um canteiro de obras a 1.500 metros
O local foi identificado pelo alpinista de Belluno Chino Viel, perto da antiga Casera del Pis Pilón: perto o bastante das paredes para servir aos escaladores, mas abrigado das avalanches de inverno. Setenta anos depois, a escolha se mostrou certeira.
As obras foram entregues à empresa de Teobaldo e Giuseppe Bortoluzzi, ao custo de 3.800.000 liras. O prédio ficou pronto no fim de agosto de 1950; os acabamentos e as instalações internas – a cargo da empresa do alpinista Attilio Tissi – ocuparam os meses seguintes. A inauguração aconteceu em setembro de 1951.
Com os anos o refúgio cresceu: em 1952 ganhou uma capela ao lado e em 1969 foi aberto um bivaque de pedra para quem chega fora de temporada. Hoje a estrutura tem cerca de cinquenta leitos em quartos de quatro a nove pessoas, com chuveiros quentes e uma cozinha baseada em produtos do território.
A façanha
Um refúgio construído com a ajuda das mulas
| Viagens de mulas | 735 |
| Horas de trabalho humano | 1.440 |
| Transportes nas costas | 120 |
| Custo da obra | 3.800.000 liras |
| Obra concluída | agosto de 1950 – inauguração setembro de 1951 |
Militares também participaram: os artilheiros da 23ª Bateria do Grupo Belluno e os alpini do 8º Regimento de Tolmezzo, que forneceram homens e animais de carga. Em 1950 não existiam helicópteros para refúgios: tudo o que se vê aqui em cima — paredes, telhado, camas, fogões — subiu na cangalha de uma mula ou nas costas de alguém.

As mulas e a montanha
Vale parar um momento nesses números, porque descrevem algo que hoje temos dificuldade de imaginar.
Em 1950 não existia nada do que hoje damos como certo na montanha: nenhum helicóptero para abastecer refúgios, nenhum teleférico moderno, nenhuma estrada de serviço até a altitude. Para levar a 1.502 metros cimento, cal, madeira, esquadrias, chapas, camas e fogões havia exatamente uma tecnologia disponível – a mula – e exatamente uma alternativa quando a mula não passava: as costas de um homem.
A mula foi durante décadas o verdadeiro meio de transporte das tropas alpinas. Robusta, paciente, capaz de carregar mais de cem quilos por trilhas onde nenhum veículo chega, segura de passo em terreno instável. Cada subida ao 7° Alpini durava horas e cada carga era limitada: daí as 735 viagens. Não um número simbólico – uma contagem real, feita viagem a viagem.
E onde a trilha era estreita ou íngreme demais para passar um animal carregado, restavam os ombros: 120 transportes nas costas, ou seja, 120 vezes em que alguém pôs um peso sobre si e subiu o Val d’Ardo a pé.
Quando se chega ao refúgio depois de três horas de caminhada, com a mochila do dia, vale ter essa proporção em mente. A mesma subida, 735 vezes, com cem quilos na cangalha.
Dino Buzzati e o Rifugio 7° Alpini
Dino Buzzati (1906–1972) era de Belluno – nasceu em San Pellegrino, na borda da cidade – e a Schiara foi a montanha da sua formação: olhou para ela desde menino, escalou-a, deixou-a entrar em seus textos e desenhos. Suas montanhas literárias, inclusive as imaginárias que cercam a Fortaleza Bastiani em O deserto dos tártaros, devem muito a estas paredes bellunesas.
Em setembro de 1951 Buzzati cobriu a inauguração do refúgio como enviado especial do Corriere della Sera. O artigo saiu em 25 de setembro de 1951 com um título que ficou: “Non parlava inutilmente il vecchio generale degli alpini” – “O velho general dos alpini não falava em vão”.
É desse texto que vem o testemunho mais citado sobre o nascimento do refúgio: trinta anos de discussões sem saída e depois a virada, quando se decidiu dedicá-lo aos mortos do 7º Alpini. Buzzati, que conhecia bem tanto a montanha quanto a retórica que às vezes a acompanha, contou o episódio com a atenção de quem sabe distinguir palavras vazias das que produzem alguma coisa.
Subir hoje ao 7° Alpini significa também isto: caminhar por uma paisagem que um dos maiores escritores italianos do século XX considerava sua casa.
Quando ir e dicas práticas
O refúgio funciona na temporada de verão europeu: em 2026, de 30 de maio a 27 de setembro. O melhor período para a caminhada vai de junho a setembro; no início da temporada pode restar neve na parte alta, enquanto setembro costuma oferecer os dias mais limpos e as melhores cores na mata do Val d’Ardo.
- Reserve sempre se pretende dormir, sobretudo nos fins de semana de julho e agosto e nos períodos de maior movimento na Alta Via 1. Telefone: +39 0437 941631 (sazonal), +39 340 0016896 / +39 347 8801913; e-mail infosettimoalpini@gmail.com.
- Água: o fundo do vale do Ardo é rico em água, mas não conte com fontes seguras ao longo do Calvário. Saia com pelo menos um litro e meio por pessoa.
- Depois da chuva as travessias do rio e as rochas lisas do fundo do vale ficam escorregadias: considere adiar se houve temporais fortes nas horas anteriores.
- Com crianças: o itinerário completo é longo para pernas curtas. Como alternativa, o circuito do Bus del Buson a partir de Case Bortot é curto, sombreado e espetacular.
- Como chegar a Belluno: quem vem do Brasil normalmente desembarca em Veneza (VCE) ou Milão; de Veneza são cerca de duas horas de carro ou trem até Belluno, o que torna esta caminhada acessível dentro de um roteiro pelo norte da Itália.
- Estamos em um parque nacional: não se colhem flores nem minerais, não se sai das trilhas, cães ficam na guia e o lixo volta com você para o vale.
- Vias ferratas: a Zacchi, a Berti e a Piero Rossi partem daqui, mas são itinerários EEA, com trechos expostos e um circuito clássico de 10 a 11 horas. Exigem equipamento completo, preparo técnico e condicionamento. O refúgio oferece serviço de guia de montanha e aluguel de equipamento.

Por que este lugar conta Belluno
Existem refúgios mais famosos, mais fotografados, muito mais fáceis de alcançar. Poucos, porém, contam uma cidade como o 7° Alpini conta Belluno.
Há a montanha que os bellunesi veem da janela. Há a agulha de rocha que virou símbolo da cidade. Há o nome de um regimento que levou gerações de rapazes e os devolveu – não todos. Há as mulas, ou seja, o modo como este vale construiu suas coisas quando não havia outra opção. Há o escritor que tirou daqui uma ideia de montanha e de espera que depois deu a volta ao mundo. E há o fato, nada retórico, de que quem o mantém de pé ainda hoje é uma seção do CAI feita de voluntários.
Há, por fim, uma qualidade que hoje vale muito: aqui não há multidão. O 7° Alpini é um daqueles lugares que ainda permitem viver as Dolomitas sem overtourism – algo raro em uma região tão fotografada.
Não é um refúgio de cartão-postal. É um refúgio que explica um território. E talvez seja a melhor razão para partir de Case Bortot numa manhã de verão.

Perguntas frequentes sobre o Rifugio 7° Alpini
Onde fica o Rifugio 7° Alpini?
A 1.502 metros de altitude, na localidade de Pis Pilon, município de Belluno (Vêneto, Itália), ao pé da parede sul da Schiara, dentro do Parque Nacional das Dolomitas de Belluno.
Como chegar ao Rifugio 7° Alpini?
A via normal parte de Case Bortot, acima de Bolzano Bellunese, perto de Belluno, e segue a trilha CAI 501 pelo vale do Ardo. Há também acessos pela trilha 505 (de Faè/Longarone, atravessando Cajada) e pela 502 (de La Stanga, pelo Val de Piero), bem mais exigentes.
Quanto tempo leva a subida desde Case Bortot?
De duas horas e meia a três horas de subida para um caminhante em boa forma, sem contar as paradas. Para a descida calculam-se duas a duas horas e meia.
Qual é o desnível?
Cerca de 800 metros segundo o Parque Nacional das Dolomitas de Belluno, cerca de 900 segundo o refúgio. A partida está a 694 metros e a chegada a 1.502: os sobe e desce do fundo do vale explicam a diferença.
A caminhada é difícil?
A dificuldade é E (caminhada): não há trechos equipados nem passagens expostas, mas a subida é longa e o trecho final, chamado “il Calvario”, é íngreme. É preciso bom condicionamento e calçado adequado.
Por que se chama Rifugio 7° Alpini?
Porque é dedicado aos mortos do 7º Regimento Alpini, constituído em 1887 e hoje sediado na própria Belluno. Foi a decisão de dedicá-lo àqueles mortos que destravou, no pós-guerra, o financiamento necessário para construí-lo.
Quando o refúgio está aberto?
Na temporada de verão: em 2026, de 30 de maio a 27 de setembro. Fora da temporada permanece disponível o bivaque de pedra aberto em 1969.
O Rifugio 7° Alpini faz parte da Alta Via 1?
Sim: é o último refúgio da Alta Via 1 das Dolomitas, o trek de 125 quilômetros e 12 etapas que liga o lago de Braies a Belluno. É também etapa do trek Munique–Veneza.
Dá para subir com crianças?
O itinerário completo exige resistência e não é adequado para crianças muito pequenas. Uma boa alternativa a partir de Case Bortot é o circuito do Bus del Buson: curto, sombreado e muito bonito.
Imagem de capa: o Rifugio 7° Alpini sob a parede sul da Schiara — foto BjoeMu, Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0. Todas as fotografias deste artigo vêm do Wikimedia Commons e são usadas conforme as respectivas licenças, indicadas nas legendas.


