Reflexões dolomíticas

Quem mantém os trilhos de pé: os voluntários do CAI

Uma marca e um traçado legível são fruto de organização e trabalho. Reconhecer os voluntários é também perceber os limites da sua tarefa e participar da forma certa.
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As Dolomitas «menores»: escolher uma montanha menos famosa

As montanhas menos célebres não são uma segunda escolha. Um convite a conhecer territórios, acessos e comunidades sem transformar cada lugar tranquilo no próximo destino a consumir.
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O lobo voltou: medo, convivência e responsabilidade

A convivência assenta em duas formas de respeito: pela fauna e por quem trabalha com os animais. Indicações práticas e fontes para distinguir um encontro de um alarme.
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Vaia, oito anos depois: o bosque voltou a ser verde, mas já não é o mesmo

Na noite de 29 de outubro de 2018, o vento derrubou bosques inteiros no Agordino, no Cadore e no Comelico. Depois chegou o escaravelho-tipógrafo. Oito anos mais tarde, o verde voltou: eis como mudaram os bosques das Dolomitas de Belluno.
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O peso do excesso: o overtourism nas Dolomitas

Turistas demais, moradores indo embora e trilhas erodidas: uma análise do overtourism nas Dolomitas de Belluno, com dados até 2025 e as medidas já em curso.
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Trabalhar de Belluno. Elogio da solidão hiperlocal.

Viver em Belluno, nas Dolomitas, e trabalhar remotamente para o resto da Itália: o texto da jornalista Cristina Da Rold, publicado em 2017, sobre a escolha do interior, a solidão e o hiperlocal.
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